"Man is a machine, but a very peculiar machine.
He is a machine which, in right circumstances, and with right treatment, can know that he is a machine, and, having fully realized this, he may find the ways to cease being a machine."
(P.D. Ouspensky, The Psychology of Man's Possible Evolution)
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Citação de Ouspensky
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
ERA ANA...BEL
Cor de uva era a cor da pele da moça que embalava Ana
Mineira de cabelos longos e olhos negros
Fitava a noite na esperança de encontrar seu par
Firme no propósito, insegura na emoção
Buscava em cada coração
A completa emancipação
O pai não conhecia
A mãe idolatrava
E assim caminhava Ana, a mais Bela Ana
O fruto do pé caiu
Ela correu para ver
Ao prová-lo num dia frio
Saboreou a estréia
No palco da educação
Hoje, Ana vela a mais lúcida emoção
Ana, quem diria... Ana...
É você? Minha Amiga...
Mineira de cabelos longos e olhos negros
Fitava a noite na esperança de encontrar seu par
Firme no propósito, insegura na emoção
Buscava em cada coração
A completa emancipação
O pai não conhecia
A mãe idolatrava
E assim caminhava Ana, a mais Bela Ana
O fruto do pé caiu
Ela correu para ver
Ao prová-lo num dia frio
Saboreou a estréia
No palco da educação
Hoje, Ana vela a mais lúcida emoção
Ana, quem diria... Ana...
É você? Minha Amiga...
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Obesidade Mental
Bom dia!
Hoje recebi um e-mail fantástico sobre o pensamento Andrew Oitke em seu livro "A Obesidade Mental" escrito em 2001, que considera ser mais atual do que nunca.
Vale a pena ler!!!
O prof. Andrew Oitke, publicou o seu polêmico livro «Mental Obesity», que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral. Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard, introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.
Hoje recebi um e-mail fantástico sobre o pensamento Andrew Oitke em seu livro "A Obesidade Mental" escrito em 2001, que considera ser mais atual do que nunca.
Vale a pena ler!!!
Por João César das Neves |
O prof. Andrew Oitke, publicou o seu polêmico livro «Mental Obesity», que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral. Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard, introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.
«Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada. Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses."
Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono. As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas.
Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.
Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema.
Os telejornais são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.
O problema central está na família e na escola. «Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate. Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas.
Com uma “alimentação intelectual” tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.”
Um dos capítulos mais polémicos e contundentes da obra, intitulado "Os Abutres", afirma:
“O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas.
A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.”
O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polêmico e chocante.“Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.”
Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.
«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades.
Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy.
Todos dizem que a Capela Sistina tem teto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve.
Todos acham que Saddam é mau e Mandella é bom, mas nem desconfiam porquê.
Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto».
As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras.
«Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência.
A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil, paradoxa ou doentia.
Floresce a pornografia, o cabonitismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo.
Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam. É só uma questão de obesidade.
O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.
O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos.
Precisa sobretudo de dieta mental.»
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
PRECEITOS
Substância de emoção profunda
Alimento escasso...
Sede?
Consome a última gota de sangue
Torna meu instinto vazio
Vasos ruptos
Alternância oscilante
Eleva a constituição dos TEUS PRECEITOS
Resoluta noite
Madrugada insolente
Dia, ah! Dia!
Brilhante!
Cobre, Imanta, Vitaliza
O solitário coração...
Ausência?
Que diria o encanto da MORTE daquele que VIVEU?
Antepassados surgem na lembrança
Inferem sentido ao presumido cotidiano
"Me basto"
"Me reencontro"
"Me sinto"
Parte de mim...
E na alvorada
Bruma flamejante
Do fogo exalante
Das entranhas do meu genital
Aqueço...
Queima-te
Com o bloqueio receptor
Vaga...
Entrega-te
Malícia...
Une-se e SOMA
Esplêndida Creação!
Alimento escasso...
Sede?
Consome a última gota de sangue
Torna meu instinto vazio
Vasos ruptos
Alternância oscilante
Eleva a constituição dos TEUS PRECEITOS
Resoluta noite
Madrugada insolente
Dia, ah! Dia!
Brilhante!
Cobre, Imanta, Vitaliza
O solitário coração...
Ausência?
Que diria o encanto da MORTE daquele que VIVEU?
Antepassados surgem na lembrança
Inferem sentido ao presumido cotidiano
"Me basto"
"Me reencontro"
"Me sinto"
Parte de mim...
E na alvorada
Bruma flamejante
Do fogo exalante
Das entranhas do meu genital
Aqueço...
Queima-te
Com o bloqueio receptor
Vaga...
Entrega-te
Malícia...
Une-se e SOMA
Esplêndida Creação!
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