Cor de uva era a cor da pele da moça que embalava Ana
Mineira de cabelos longos e olhos negros
Fitava a noite na esperança de encontrar seu par
Firme no propósito, insegura na emoção
Buscava em cada coração
A completa emancipação
O pai não conhecia
A mãe idolatrava
E assim caminhava Ana, a mais Bela Ana
O fruto do pé caiu
Ela correu para ver
Ao prová-lo num dia frio
Saboreou a estréia
No palco da educação
Hoje, Ana vela a mais lúcida emoção
Ana, quem diria... Ana...
É você? Minha Amiga...
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